«Os Homens do Presidente» (ISLA 07/08): a ‘comunicação de crise’ não interessa aos políticos

November 25, 2007

Mais notas sobre o relatório a apresentar

Os alunos que se inscreveram na avaliação distribuída (ou continua) terão de apresentar um texto (a que aqui chamamos relatório) no dia 16 de Janeiro. Os alunos que não puderem comparecer a essa aula e tenham ‘relatório’ poderão fazer chegar atempadamente ou dar conta do endereço onde se encontra;

O relatório pode ser apresentado em papel ou via email (ou, até, numa página da net) e deverá ter até 10 páginas (ou o equivalente em caracteres, cerca de 3 mil, sem espaços, por página);

Mais uma vez se explica que o que se pretende é que os alunos desenvolvam - à luz do que viram e do que procuraram/encontraram, neste blogue e noutras fontes, as mais diversas - sobre este tópico: «A verdade da ficção» em Os Homens do Presidente. Mas, de todo o universo de ideias de Os Homens do Presidente, apenas sobre os tópicos que são colocados no blogue, por episódio, e não sobre toda a história, que segue várias linhas e tem diversos ângulos (politicos, suspense, intriga, romance, etc). Repito: apenas sobre os que estão relacionados com a matéria da disciplina. Sendo uma série de ficção, e nem sequer estando anunciada como sendo baseada em factos reais, que valor tem esta ficção?

O relatório será sobretudo - do meu ponto de vista - um exercício de criatividade e de reflexão, em que serão avaliadas as capacidades (uma vez que não há uma resposta certa):

- de desenvolvimento do tópico essencial (como estão ‘defendidas’ as ideias expressas pelos alunos);

- de expressão (é um texto feito com mais tempo e outras preocupações);

- de reflexão (a capacidade do aluno reflectir sobre um tópico proposto e de o relacionar com o que viu, com o que sabe, com o que pensa, com o que aprendeu);

Encontro-me, como sempre, ao dispor dos alunos para responder a eventuais dúvidas que tenham sobre o texto que irão escrever, nomeadamente sobre a metodologia a seguir.

Episódio nº 8 - «Noite Santa» (ver a 5/12)

Trata-se do episódio nº 11, da quarta série («Holy Night», no original)

Um dos mais conhecidos e bem informados jornalistas da série, Danny Concannon, regressa - em véspera de Natal. E regressa não só para se aproximar (do paciente namoro) de CJ Cregg mas também para a confrontar (e à Casa Branca) com uma ‘cacha’ noticiosa: ele sabe que a morte do ministro de Qumar não terá sido acidental, como foi anunciado, mas provocada pelos próprios Estados Unidos. "Sabes o que sinto por ti, mas não me lixes com esta notícia", diz Danny a CJ Cregg. Assessor e jornalista podem ter uma relação de intimidade? como lidar com notícias que incomodam?

November 18, 2007

A colecção completa de Os Homens do Presidente está na biblioteca do ISLA

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Episódio nº 7 - «Radar Árctico» (ver a 28/11)

Trata-se do episódio nº 10 da quarta temporada («Arctic Radar», no original)

CJ abre uma ‘guerra’ com um jornalista de uma influente revista norte-americana a propósito do local onde se sentam os jornalistas na sala dos ‘briefings’; o jornalista não cede, a portavoz também não. O assunto chega ao Presidente e CJ percebe que não pode continuar o braço de ferro, acabando por ser ela a ceder.

Também é interessante verificar como se elaboram/preparam os discursos presidenciais.

(Este também é o episódio em que Will Baley entra para substituir Sam Seaborn; Baley virá a desempenhar funções de grande responsabilidade, na elaboração de estratégias de comunicação, em episódios futuros)

November 11, 2007

Episódio nº 6 - «Deixem Bartlet ser Bartlet» (ver a 21/11)

Trata-se do episódio nº 19 da primeira temporada («Let Bartlet be Bartlet», no original)

Há uma notícia desagradável nas ‘mãos’ da imprensa, envolvendo uma colaboradora da Casa Branca; o que fazer? Abafar a notícia, pensam. Mas como? O episódio põe em evidência a relação dos ‘assessores de imprensa’ da Casa Branca com os jornalistas, nomeadamente os limites da sua ética.

November 4, 2007

Episódio nº 5 «Inimigos» (ver a 14/11)

Trata-se do 8º episódio da primeira temporada («Enemies», no original)

A perspectiva continua a estar centrada na assessoria de imprensa, agora já não tanto na questão ética (ainda que ela esteja presente) mas no trabalho quotidiano: como se podem ‘abafar’ más notícias? Dando algo em troca (o ‘negócio’ dos exclusivos) ao jornalista.






















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